Quer um iPhone 13? Pode ter que esperar e a culpa é da falta de chips


Como temos vindo a acompanhar, o mundo atravessa várias crises. A par da pandemia, e até efeitos da mesma, a falta de chips tem sido uma das crises mais evidentes. O segmento automóvel é o que mais tem sofrido, mas obviamente o segmento tecnológico também está com os seus problemas.

A Apple vai reduzir a produção do iPhone 13 devido à escassez de semicondutores que dificultam a produção de chips.

Quer um iPhone 13? Pode ter que esperar e a culpa é da falta de chips

 

A Apple registou uma queda de 1,3% na bolsa devido à falta de chips

De acordo com as informações, a escassez de semicondutores vai obrigar a Apple a reduzir em 10 milhões o número de unidades previstas até ao final do ano. Segundo a Bloomberg, a empresa da maça tinha inicialmente previsto produzir, até ao final do ano, 90 milhões de unidades do novo modelo de iPhone. No entanto,  a empresa viu-se agora obrigada a reduzir esta estimativa para 80 milhões.

Apesar de ser um anúncio "normal" em tempos de falta de chips, a Apple registou uma queda de 1,3% na bolsa. A Texas Instruments e a Broadcom, fornecedoras da Apple também caíram cerca de 1%.

A Apple já previa tal cenário, pois em julho já tinha referido que devido à falta de chips iria ter uma quebra no crescimento da receita relativa a 2021. A Texas Instruments já alertou que este cenário de escassez de chips deverá manter-se até ao final do ano. No entanto, a falta de chips poderá manter-se até 2023.

Quer um iPhone 13? Pode ter que esperar e a culpa é da falta de chips

Com a escassez de chips, são várias as marcas que podem aumentar o valor dos seus produtos. Além disso, há já marcas à procura de alternativas. Esta escassez não afeta apenas as fabricantes do segmento automóvel, estando também as tecnológicas com várias dificuldades.

Empresas de telemóveis, de consolas de videojogos, de eletrodomésticos têm vindo a sofrer com este problema, mas são as fabricantes do segmento automóvel que mais prejuízos têm tido. A falta de chips já custou quase 20% da produção de carros nacional. o sector agro-alimentar também tem razões de queixa em relação a algumas matérias-primas, como os cereais, assim como o sector têxtil e vestuário, cujas exportações até ficaram 0,2% acima das de 2019 para o período de janeiro a julho.

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