Pix bate novo recorde diário de transações em janeiro


O último recorde havia sido registrado em dezembro, no pagamento da segunda parcela do 13º salário

O último recorde havia sido registrado em dezembro, no pagamento da segunda parcela do 13º salário

Foto: Shutterstock / Finanças e Empreendedorismo

Mostrando que veio para ficar, o Pix, sistema de pagamentos instantâneos do Banco Central bateu seu novo recorde diário de transações na primeira sexta-feira de 2022. A notícia foi divulgada pela instituição na última segunda-feira, dia 10. 

De acordo com o Banco Central, foram feitas R$ 52,395 milhões de transações na ocasião. O último recorde havia sido registrado no dia 20 de dezembro de 2021, de 51,946 milhões. A data coincidiu com o pagamento da segunda parcela do 13º salário.

Adoção da ferramenta foi a mais rápida do mundo

Com pouco mais de um ano no mercado, há quem se declare um “Pixlover”. Segundo o BC, a adoção da ferramenta foi a mais rápida do mundo. A ferramenta também detém outros recordes e números muito expressivos.

Conforme estudo da Federação Brasileira de Bancos (Febraban), 71% dos brasileiros já utilizam o Pix e cerca de 85% da população aprova a ferramenta.

Já entre a população jovem (18 a 24 anos), a aprovação do Pix é de 99%. Número semelhante é registrado entre a faixa etária seguinte, de 96%. Contudo, entre a população mais velha (acima de 60 anos), esse percentual cai para 65%.

De acordo com o Radar Febraban, pessoas de baixa renda e menor escolaridade possuem mais resistência ao utilizar o Pix. Mas, mesmo assim, a adesão do sistema de pagamentos instantâneo se mantém acima dos 50%.

Além disso, para um terço dos entrevistados, há uma diferença sobre a percepção de segurança do serviço do Pix. Sendo assim, para 32%, o sistema dos bancos é mais seguro do que o oferecido por fintechs. Enquanto outros 32% destacam que o sistema é igualmente seguro nos dois tipos de instituições.

Nove a cada dez pequenos negócios já utiliza o Pix

Não foi só entre as pessoas físicas que o Pix fez sucesso. Por ser uma opção gratuita também para microempreendedores individuais, essa solução financeira já foi incorporada a diversos negócios. De acordo com uma pesquisa realizada no Sebrae em parceria com a Fundação Getúlio Vargas, cerca de 86% dos pequenos negócios utilizam o Pix como um método de pagamento em seus empreendimentos. 

Em relação às atividades mapeadas pela pesquisa, estão empatadas, em primeiro lugar, entre as que mais utilizam o Pix, as academias e os serviços de alimentação, com 94% dos empreendedores aceitando essa modalidade. Em seguida por oficinas e empresas ligadas à beleza, com 93%. As atividades que menos aderiram foram as ligadas aos serviços empresariais (71%) e energia (79%).

Com informações de InfoMoney.



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