Mercado global dos smartphones caiu 6% por causa da crise dos chips


O mercado dos smartphones, durante a pandemia, teve quebras fortes de vendas. A incerteza fez com que muitos consumidores adiassem a compra de um novo smartphone. Um ano depois, começámos a assistir a sinais positivos de retoma, no entanto, a escassez de componentes veio contribuir, uma vez mais, para um retrocesso.

No último trimestre, comparando com o período homólogo, a venda de smartphones caiu 6% de forma global. A Apple conseguiu recuperar o segundo lugar à Xiaomi, muito graças à nova linha do iPhone 13.

Mercado global dos smartphones caiu 6% no último trimestre por causa da crise dos chips

 

A crise dos chips que afeta o segmento dos smartphones

As notícias de fabricantes que têm que diminuir a produção de algum modelo de smartphones ou mesmo suspender essa produção vão se somando. A Apple, por exemplo, deverá reduzir a produção do iPhone 13 e a Samsung deverá mesmo ter cancelado o lançamento do Galaxy S21 FE e reduzir substancialmente a produção de topos de gama em 2022. Outras têm feito mesmo ajustes às especificações dos smartphones.

Os lançamentos continuam a ser feitos, mas as remessas têm que diminuir inevitavelmente, por causa da crise de semicondutores que o mundo atravessa.

O último trimestre foi de grandes lançamentos das principais empresas do setor dos smartphones, mas isso não respondeu com um aumento de vendas. As remessas envidadas nos últimos três meses, na verdade, acabaram por cair 6%.

Mercado global dos smartphones caiu 6% por causa da crise dos chips

Na análise apresentada pela Canalys, é visível que a Samsung se mantém no pódio com 23% das vendas, tal como no período homólogo. A Xiaomi que estava já no segundo lugar, manteve-se com 14%, mas perdeu a posição para a Apple que teve a ajuda do iPhone 13 para crescer em termos de vendas.

Mantendo a tendência de crescimento no mercado global continuam a VIVO e a OPPO com 10% cada.

Segundo a analista, as fabricantes de chips têm aumentado os preços dos seus produtos para desincentivar os pedidos excessivos, com o objetivo de aproximar a oferta da procura, o que na verdade não tem acontecido. Além disso, prevê-se que esta crise continue até 2022, ainda que vá diminuindo. Por isso, é natural que os preços finais dos smartphones tenha um ligeiro aumento neste período.





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