Médica ofende equipe de reportagem em festa clandestina

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Uma mulher, que se identificou como médica, ofendeu uma equipe de reportagem da Record TV na saída de uma festa irregular em São Paulo na madrugada de ontem. As imagens foram divulgadas pelo programa Balanço Geral.

“Eu salvo vidas, você fica aí filmando os outros”, afirmou a mulher ao ser flagrada na saída da festa.

“Eu não vou nem falar com vocês. Você pra mim não vale nada. Câmera para mim não vale nada”, continuou.

Segundo o programa, a mulher estava em uma festa com cerca de 1.500 pessoas que foi interditada pela Força-Tarefa de São Paulo.

Nas imagens, a mulher alega que está em um aniversário de um amigo e questiona qual é o trabalho do cinegrafista.

Ela apresenta um crachá em que é identificada como médica de uma instituição com o logo do Estado de São Paulo.

O UOL entrou em contato com a Secretaria de Saúde de São Paulo para um posicionamento e aguarda retorno.

Neste fim de semana, uma blitze interrompeu um evento clandestino, intitulado Festa do Bryan, em Santo Amaro, zona Sul de São Paulo, onde 1.500 pessoas estavam aglomeradas.

Segundo a Força-Tarefa do governo de São Paulo, a maioria dos frequentadores não utilizava máscaras faciais, descumprindo o protocolo de medidas sanitárias contra a covid-19.

Ofensas em eventos clandestinos

Na madrugada do sábado (10), a socialite Liziane Gutierrez se envolveu em uma polêmica ao ofender a equipe de Força-Tarefa de São Paulo que interditava um evento clandestino. Ela proferiu xingamentos contra os agentes e, exaltada, afirmou repetidas vezes: “Vai pra favela”.

A blitz chegou à festa após receber mais de cem denúncias sobre o evento. Vídeos mostram que os frequentadores da festa não utilizavam máscara de proteção individual.

O deputado federal Alexandre Frota (PSDB-SP) afirmou ter feito um boletim de ocorrência por desacato e injúria contra a socialite Após o episódio da festa, Liziane fez uma live em suas redes sociais afirmando que foi mal interpretada e atacou Frota, que comandou a blitz em que ela foi flagrada.

A festa clandestina aconteceu no escritório do advogado Adib Abdouni, no Jardim Paulista.



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