Médica debocha ao ser flagrada em festa clandestina: “Vou para onde eu quiser”

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“Quer ver minha carteira [de trabalho]? Você nem sabe o que está fazendo. Por que você está aqui? Está vacinado? Me filma mesmo, estou cansada”, completa, atacando um dos cinegrafistas.  

Informada que poderia ser conduzida à delegacia pela participação na balada irregular, ela rebate: “Pode conduzir, meu tio que é delegado me tira”.  

Durante o bate-boca, a mulher ainda mostrou um crachá do Hospital-Geral do Grajaú, também na zona sul da capital, afirmando que seria funcionária da unidade. A Secretaria de Saúde, no entanto, informou que ela não faz parte do quadro de profissionais da casa e estaria usando o documento indevidamente.  

De acordo com a força-tarefa, havia cerca de 1,5 mil pessoas no local. Os ingressos para o camarote chegavam a custar R$ 18 mil.  

Desacato de socialite

Este é o segundo caso recente de desacato durante abordagens em festas clandestinas na capital paulista. No último dia 11, a força-tarefa interrompeu outro evento de alto padrão no bairro dos Jardins. Na saída, uma das frequentadoras, a socialite Liziane Gutierrez, gritou aos policiais frases como “vão tomar no **” e “vai para a favela”, em meio a outros palavrões.  

A aglomeração aconteceu em uma casa na rua Canadá e contou com apresentação da dupla sertaneja Matheus e Kauan. Os ingressos custavam entre R$ 1 mil e R$ 1,6 mil.

Em uma rede social em que é seguida por mais de 500 mil pessoas, Liziane, que se descreve como “personalidade de TV, advogada e modelo”, declarou, após a grande repercussão do vídeo, que “errou” e “está mal com a situação”. 

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