Marca de material esportivo completa 35 anos, diversifica investimento e cresce na pandemia


Em um período que ficará tão negativamente marcado no mundo dos negócios, a Poker fecha o ano de 2021 com razões para celebrar. O mês de outubro, especificamente, marca o aniversário de 35 anos da marca, que tem buscado “reinventar” sua forma de atuar ao longo das décadas, e com um ponto extra: o crescimento em meio à pandemia.

Weverton, do Palmeiras, é um dos patrocinadores pela empresa de material esportivo (Foto: Divulgação)

Weverton, do Palmeiras, é um dos patrocinadores pela empresa de material esportivo (Foto: Divulgação)

Foto: Lance!

Fundada em 1986, o foco inicial era a confecção de vestuário esportivo, para equipes profissionais e amadoras de futebol. Ao longo dos anos, a marca chegou a patrocinar importantes times do país, como Ceará e América-MG, até decidir por um outro foco em sua atuação.

Enxergando uma “brecha” no mercado, a Poker passou a desenvolver luvas para goleiros, apostando em tecnologia, durabilidade e competitividade nos valores, e logo tomou conta do mercado no país, liderando o ramo e se notabilizando como número 1 na área a partir de 2006.

Com o tempo, a marca passou a apostar em novas modalidades e, durante o período da pandemia, enxergou ainda mais o acerto. Com a prática de esportes coletivos interrompida, tanto entre profissionais quanto amadores, as pessoas passaram a focar em outras formas de se manterem ativas, como a atuação em fitness, natação e bike, exatamente os ramos para os quais a Poker havia expandido sua atuação.

Assim, os anos de 2020 e 2021, marcados tão negativamente pela pandemia no mundo dos negócios, entre outros pontos, foram positivos para a marca brasileira. Com a alta do dólar e da inflação, a Poker acelerou o investimento em tecnologia e na produção nacional, antecipando um planejamento de cinco anos, multiplicando a quantidade de produtos das novas linhas e crescendo 580% em relação a 2019 no mercado de produtos para bike e 200% na linha de produtos funcionais.

Nos seis primeiros meses de pandemia, a Poker atingiu a marca de 126 novos produtos desenvolvidos, duplicando seu estoque e garantindo que os impactos da alta de preços de matérias-primas fossem contornados. Com a reabertura mais ampla das atividades outdoor, a marca atingiu seu recorde mensal de vendas e faturamento em quase 35 anos de história.

– A pandemia paralisou o futebol, e passamos a investir ainda mais nas linhas de produtos para esportes individuais, como ciclismo, natação, running e funcional. Aceleramos muito um processo de diversificação que já vinha acontecendo há oito anos. Foi o que manteve nosso patamar de faturamento no ano passado – disse Frêdi Cauduro, diretor comercial da marca.

Agora, além de patrocinar goleiros, a empresa passou a buscar nomes fortes em outros esportes, a fim de fortalecer ainda mais sua atuação nos outros setores. Com o apoio de seu embaixador de natação, o multicampeão e ex-nadador Gustavo Borges, a Poker selecionou atletas com potencial olímpico para seu rol de patrocinados. E a primeira aposta, de cara, deu certo.

A marca agregou ao seu time de atletas patrocinados o nadador Fernando Scheffer que, até os Jogos de Tóquio-2020 (disputados em 2021), tinha como principais marcas os ouros no Pan de Lima-2019 e no Mundial de Piscina Curta da China-2018. Mas foi no Japão que o jovem de 23 anos se tornou um dos focos do esporte no país, ao subir ao pódio e receber a medalha de bronze nos 200m livres.

– Acompanho o Scheffer desde as categorias de base e vi que ele tinha uma técnica interessante, uma força de vontade incrível e muita dedicação nos treinos – mencionou Gustavo Borges quando indicou o nadador para compor o time Poker de Natação.

– Foi um acerto, tanto em função do resultado obtido nas Olimpíadas como na pessoa que é: dedicada, humilde, comprometida e com foco, ou seja, um verdadeiro campeão” completou.

Com o destaque recebido nacionalmente ao longo de 35 anos, a Poker, agora, mira o mercado internacional. Após meia década de estudos e implementação de ações, a marca deve, em breve, desbravar o mercado americano e europeu. A meta é um alcance total na América do Sul já em 2025.

Com isso, a expectativa da Poker é de duplicar seu faturamento no período, amparado por sua presença em nove linhas de produtos esportivos, a atuação em mais de 4 mil lojas espalhadas no Brasil.



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