China culpada por ataque a servidores Microsoft Exchange

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A aliança está formada, a mesma é composta por Estados membros da OTAN, União Europeia, Austrália, Nova Zelândia e Japão, está tudo preparado para enfrentar a ameaça global representada por ataques cibernéticos patrocinados por um Estado chinês.

O grupo vai partilhar informações sobre ameaças cibernéticas e colaborar nas defesas e segurança da rede.

Na sua primeira ação conjunta, a aliança acusa formalmente o Ministério de Segurança do Estado da China (MSS) de ter efetuado uma campanha global de ataques cibernéticos.

O ataque foi realizado por hackers criminosos que trabalham para o MSS e também praticam extorsão, criptojacking e ransomware cibernéticos.

O ataque ao servidor Microsoft Exchange tornou-se público em março e acredita-se que tenha atingido pelo menos 30.000 organizações americanas e centenas de milhares de utilizadores em todo o mundo.

Apelidada de Hafnium, a rede de espionagem chinesa foi rapidamente identificada pela Microsoft.

A demora em nomear a China serviu para dar aos investigadores tempo para reunir as evidências para provar que os hackers do Hafnium estavam interligados ao estado chinês.

Vivemos numa altura em que a guerra cibernética está se tornando a linha da frente numa luta de poder global entre democracias e estados autocráticos. Esta nova aliança de segurança cibernética prende se tornar um modelo para esforços futuros para enfrentar ameaças idênticas.

Na sexta-feira, os Estados Unidos sancionaram sete autoridades chinesas em resposta à repressão de Beijng às instituições democráticas de Hong Kong.

Os EUA emitiram um comunicado de negócios, alertando as empresas americanas sobre potenciais violações de dados e privacidade por parte do governo chinês. EUA pretende que as empresas americanas ponham fim aos negócios em Hong Kong.

O poderio econômico de Pequim em redor do mundo torna extremamente difícil para qualquer grupo de países chegar a acordo sobre ações concretas contra a China. Hoje grande parte do mundo está dependente do comércio chinês.

Este novo grupo pretende juntar mais países, para ganhar mais poder para lutar contra a China.  “Não estamos descartando outras ações para responsabilizar a China, mas também estamos cientes de que nenhuma ação pode mudar o comportamento da China”, disse um elemento do grupo.

Fonte: Cnbc

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