Chefe da Red Bull diz que “há muito que a imprensa não sabe” sobre briga com Mercedes

Chefe da Red Bull diz que “há muito que a imprensa não sabe” sobre briga com Mercedes

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Chefe da Red Bull e o da Mercedes se cumprimentaram antes da decisão da F1, mas relação é azeda

Chefe da Red Bull e o da Mercedes se cumprimentaram antes da decisão da F1, mas relação é azeda

Foto: Red Bull Content Pool / Getty Images / Grande Prêmio

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A árdua batalha entre Red Bull e Mercedes — tanto dentro como fora das pistas — parece ter sido muito evidente ao logo de toda a temporada da Fórmula 1 2021. Mas, segundo Christian Horner, chefe de equipe da Red Bull, o duelo muito parelho com os alemães ao longo do ano e o título conquistado por Max Verstappen ao final do campeonato escondem o grande esforço dos taurinos para chegaram a tanto. Há muito entre o céu e a terra da disputa entre as duas forças que não se sabe, ele garante.

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Horner lembrou o fato de que, além da batalha apertada nas pistas, Red Bull e Mercedes terem brigado desde o começo quanto às possibilidades abertas pela regra da mudança de assoalho, feita pela FIA para 2021. Além disso, a Red Bull criou a própria divisão para construir motores com tecnologia da Honda e tirou profissionais da rival.

“Foi um ano intensamente competitivo na pista e fora dela. Começamos a fazer os motores na Inglaterra e tivemos muitos talentos vindos da Mercedes. Houve muito lóbi, sobretudo no começo do ano. Inicialmente sobre as regras e legalidade das regras que mudaram em 2021”, disse ao site RacingNews365.

“E muita coisa que a imprensa não sabe – e foi intenso. Foi bastante duro”, afirmou.

Christian Horner seguirá vinculado à Red Bull ao menos até 2026 (Foto: Mark Thompson/Getty Images/Red Bull Content Pool)

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Segundo o chefe da Red Bull, a briga foi uma enorme surpresa. No fim de 2020, o time austríaco teria entregado um braço para conseguir a chance de novo título.

“Aprendi que tudo é possível. Se alguém me falasse no fim de 2022 que em Abu Dhabi, após 21 corridas, estaríamos com a mesma pontuação no Mundial de Pilotos e com chances entre os Construtores, após a Mercedes ter dominado em 2020 com o carro mais dominante que eles já fizeram, eu honestamente não acho que acreditaria. O que mostra que com as pessoas certas ao seu redor e entregando o máximo, dá para atingir grandes coisas”, falou.

“Temos muito a agradecer à Honda e ficamos tristes em nos despedir: tiveram um papel central no que aconteceu em 2021. Sempre aprendemos durante a vida, mas acho que esse ano foi fenomenal para equipe, parceiros e pilotos”, finalizou.

A F1 volta com a temporada 2022 no próximo mês de março.

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