Bolsonaro ainda não definiu se irá participar de reunião de líderes do G-20 – 15/10/2021


Faltando 15 dias para a realização da Cúpula de Líderes do G20, em Roma (Itália), o presidente Jair Bolsonaro ainda não decidiu se participará presencialmente do evento.

Fontes do Itamaraty e do Palácio do Planalto afirmam, inclusive, que a tendência é de ausência do líder brasileiro.

A Cúpula acontecerá nos dias 30 e 31 de outubro e reunirá chefes de estado das principais economias do mundo, como Estados Unidos, Japão, Alemanha, Canadá.

No último dia 12, alguns líderes do G-20 se reuniram virtualmente para tratar de uma ajuda humanitária ao Afeganistão, segundo informou o primeiro-ministro italiano, Mario Draghi.

Na cúpula do fim do mês, os principais temas na mesa devem ser relacionados a recuperação econômica e no combate a pandemia. Os temas foram dominantes na reunião do ano passado.

Em 2020, Bolsonaro discursou por videoconferência e afirmou que “infelizmente, devido à crise sanitária, não foi possível nos encontrarmos pessoalmente”.

A fala foi marcada também por uma reclamação de Bolsonaro em relação aos protestos contra o racismo no Brasil e que causou constrangimento e choque entre algumas delegações estrangeiras e até indignação entre as agências da ONU.

Sem vacina

Caso decida ir pessoalmente a Roma, o presidente Jair Bolsonaro vai causar pelo menos mais uma situação constrangedora para o país: a falta de vacina.

Nesta semana, Bolsonaro disse inclusive que mudou de ideia e que agora não será mais “o último brasileiro a se vacinar” e sim que não se vacinará mais.

Encontros internacionais possuem protocolos de segurança em relação a Covid, mas há exceções para chefes de estado, como aconteceu com a recente ida de Bolsonaro à Assembleia Geral da ONU, em Nova York.

Mesmo não vacinado, Bolsonaro e a delegação brasileira fizeram testes na entrada e na saída do país. Ao voltar para o Brasil, o presidente teve que deixar nos Estados Unidos o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, que acabou testando positivo para a doença e fez quarentena no exterior.

Procurado oficialmente, o Itamaraty disse que não iria se pronunciar sobre a ida ou não de Bolsonaro a Roma e indicou que a Presidência da República deveria ser procurada. A Secom (Secretaria de Comunicação) da Presidência, porém, disse apenas que ainda não há confirmação.





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