Bolsa tenta se firmar em alta com a ajuda de Petrobras e bancos


A Bolsa oscila em torno da estabilidade neste começo de tarde, sem conseguir firmar direção, apesar do forte desempenho de Petrobras (ON +3,51%, PN +2,46%) e de bancos (Unit do Santander +4,77%, Itaú PN +2,02%) nesta quinta-feira, 13.

Após dois ganhos seguidos, de 1,80% e 1,84%, o Ibovespa apontava às 13h54 leve alta de 0,17%, a 105.865,89 pontos, quase a meio caminho entre a mínima (104.974,25) e a máxima da sessão (106.250,94). No mesmo horário, o dólar à vista era negociado em baixa de 0,48%, a R$ 5,5083.

A taxa Ptax fechou cotada em R$ 5,5246, queda de 0,66% em relação à sessão anterior, quando encerrou a R$ 5,5611.

O Instituto de Finanças Internacionais (IIF, na sigla em inglês) considera que as moedas de Brasil, China, Turquia e as de vários países da Ásia emergente estão “subvalorizadas”. Em relatório, a instituição formada pelos 500 maiores bancos do mundo e sediada em Washington avalia estimativas de desalinhamentos cambiais para 2022, considerando também que as divisas de Argentina, Colômbia, Índia, México, Egito e África do Sul estão supervalorizadas.

O dia é de ajuste negativo para o petróleo, agora entre 0,4% e 0,6%, com o Brent negociado em torno de US$ 84,3 por barril. O pico da demanda por petróleo deve acontecer em 2029/2030, mas depois disso o declínio da demanda ainda deve ocorrer em ritmo lento. A análise é de Ed Morse, diretor global de estratégia de commodities do Citi, em evento do banco.

Em Nova York, Dow Jones mostra ganho de 0,47%, enquanto S&P 500 e Nasdaq cedem, respectivamente, 0,11% e 0,65%. Na Europa, a exceção positiva é Londres entre as referências, que consegue evitar perdas na sessão (+0,13%).

A União Europeia informou em comunicado que o Conselho Europeu decidiu hoje prorrogar sanções econômicas contra a Rússia por mais seis meses, até 31 de julho. A decisão ocorreu após avaliação mais recente sobre o estado da implementação dos acordos de Minsk pelo Conselho em 16 de dezembro de 2021, diz o texto.

As sanções em vigor foram introduzidas em 31 de julho de 2014, em resposta a medidas de Moscou para desestabilizar a situação na Ucrânia, limitar acesso aos mercados primários e secundários da UE para certos bancos e companhias da Rússia e proibir formas de assistência financeira e corretagem em relação a instituições financeiras russas.



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