Bandeira vermelha deve ser mantida, mesmo após fala de Bolsonaro – 15/10/2021


A Câmara de Regras Excepcionais para Gestão Hidroenergética (CREG), grupo criado pelo governo em junho para gerir a crise hídrica, decidiu hoje que a bandeira vermelha deve ser mantida, mesmo após presidente Jair Bolsonaro (sem partido) dizer ontem que determinaria o fim da bandeira de escassez hídrica a partir do mês que vem. A taxa passou a valer no começo de setembro para a conta de luz e representa um aumento de quase 50% em relação à bandeira vermelha patamar 2, que estava sendo aplicada no mês anterior.

Já em relação aos últimos dias, foi apontado o aumento das chuvas no País, especialmente na região Sul, características que apontam para a transição para o período tipicamente úmido, dentro dos padrões usuais. Além disso, há expectativa de ocorrência de chuvas em maiores volumes nas regiões Sudeste/Centro-Oeste no curto prazo. Trecho do relatório da CREG

“No entanto, apesar do aumento das chuvas, a situação ainda requer atenção, fato também impactado pelas atuais condições do solo, bastante seco, e, portanto, maiores dificuldades de transformação das chuvas em vazões, ou seja, em volumes significativos de água que chegam nos reservatórios do País”, completou.

A CREG é composta pelos Ministérios de Minas e Energia; da Economia; da Infraestrutura; da Agricultura, Pecuária e Abastecimento; do Meio Ambiente; e do Desenvolvimento Regional. A Câmara tem como competência definir diretrizes obrigatórias relativas ao estabelecimento de condições excepcionais e temporárias para a operação dos reservatórios das usinas hidrelétricas do País, envolvendo definições para limites de uso, armazenamento e vazão.





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